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Toy era arma secreta dos líbios

Toy com Mafalda Veiga e Dany Silva, dois elementos do arsenal bélico marroquino

O governo da Líbia confirmou as suspeitas de que o popular cantor, figura de charneira da música portuguesa e génio puro e simples, Toy, foi desenvolvido por cientistas militares daquele país do magrebe com o intuito de ser usado como arma de guerra contra Portugal.
O secretário do Comité Geral Popular para os Negócios Estrangeiros e Cooperação Internacional, cargo que corresponde ao de ministro dos Negócios Estrangeiros, Abdurrahman Mohamed Shalgham, afirmou em conferência de imprensa que "o cantor foi criado por cientistas líbios num laboratório secreto em Trípoli a partir do cruzamento entre um chimpanzé, uma gralha e uma morsa com trissomia 21."
Ao que a Inépcia apurou, durante a década de 80 e parte da década de 90, o governo líbio desenvolveu planos para desencadear um ataque em larga escala contra os países da Europa do sul, nomeadamente, Espanha, França, Itália, Grécia e Portugal, no caso de uma intensificação da pressão internacional exercida sobre o regime de Muammar Qadhafi.


Agora que o embargo imposto à Líbia devido à recusa em entregar para julgamento os líbios implicados no atentado de Lockheed foi suspenso e com a abertura parcial daquele país ao exterior, as autoridades líbias começam a revelar alguns pormenores do seu passado de isolamento.
O líder máximo líbio, o coronel Muammar Qadhafi considerou que "o que fizemos no passado era perfeitamente justificado face à situação que se vivia na altura. Hoje, já não. Mas o que está feito, está feito." Questionado sobre se alguma vez ouviu uma canção interpretada por Toy, Qadhafi respondeu: "Não. Tenho um estilhaço de granada numa perna e isso já foi bastante doloroso."
O responsável pelo projecto e, consequentemente, "pai" de Toy foi o doutor Hassan Ben-Rahim Khafar, director do Instituto Nacional Líbio de Genética. "Não me orgulho do que fiz. Mas tenho a consciência tranquila porque sei que me limitei a cumprir ordens e a fazer o que a minha pátria me exigia." E acrescenta "Foi difícil. A combinação certa de estupidez, falta de talento e presunção desgarrada não se atinge facilmente. Houve várias experiências anteriores falhadas."
As experiências mal sucedidas a que o dr. Khafar se refere foram três, qual delas a mais desastrosa. As criaturas resultantes revelaram ser tão monstruosas que nem como armas de guerra poderiam ser usadas. Assim, Carlos Castro, Teresa Guilherme e o ministro Guilherme de Oliveira Martins, foram libertados no mundo para seguirem as suas vidas de maneira livre.


Depois da sua criação em laboratório, o cantor foi enviado de maneira clandestina para o nosso país, escondido dentro de uma lata de ananás tailandês e, a partir daí, alastrou como uma praga, destruindo os ouvidos, os olhos e a paciência de quem o ouvisse, visse ou, pura e simplesmente, soubesse da sua existência.
Colocado perante a natureza bélica da sua existência, Toy disse à Inépcia que "a música portuguesa é a música de que os portugueses mais gostam e deve ser apoiada por todos e passada na rádio sempre que possível." Quando nos preparávamos para pedir um esclarecimento acerca das suas declarações, o cantor resolveu presentear-nos com um medley das suas canções mais conhecidas, começando pelo êxito recente "Olhos de Água", razão pela qual tivemos de voltar à redacção o mais depressa possível.
O secretário-geral das Nações Unidas, Koffi Anan, já exigiu o desmantelamento de Toy por considerar que "há certos tipos de crueldade que nem na guerra são aceitáveis."

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